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Governo anuncia crédito de R$ 9 bi para pequenas empresas.

 

governo anunciou nesta quarta-feira um crédito de 9 bilhões de reais para micro e pequenas empresas, sendo 1 bilhão apenas para renegociação de dívidas, a serem ofertados por sete bancos, incluindo cinco privados.
De acordo com o secretário especial da Micro e Pequena Empresa do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), José Ricardo da Veiga, os recursos virão de créditos já existentes nos bancos e não haverá juros subsidiados.
 
"O crédito não é subsidiado, mas pega a onda atual da redução dos juros. São recursos dos bancos que serão oferecidos nessa semana nacional do crédito", disse Veiga, acrescentando que as taxas são de acordo com a política de cada banco.
Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander , Itaú Unibanco, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia são os sete bancos que devem participar do que o governo está chamando de Semana Nacional do Crédito. Leia Mais
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Após queixas, Caixa vai liberar crédito imobiliário travado por exigência de entrada maior

 

Caixa Econômica Federal anunciou que vai concluir até 30 de novembro todas as propostas de crédito habitacional que foram aprovadas pelo banco, mas ficaram paradas à espera de recursos, antes da exigência de 50% de entrada para imóveis usados.
Os processos ficaram travados no banco sem a assinatura dos contratos e os compradores temiam perder os imóveis. Leia Mais
BNDES oferecerá R$ 15 bilhões em crédito para pequenas empresas, diz ministro
 
O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou em entrevista que o governo prepara um programa de crédito para pequenas empresas com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – desde o ano passado, o banco é subordinado ao Ministério do Planejamento.
A medida é mais uma da chamada "agenda positiva" do governo federal, uma série de ações de apelo popular adotadas em meio à crise política motivada pela delação premiada de executivos da JBS, que envolve o presidente Michel Temer, acusado de corrupção passiva pela Procuradoria Geral da República.
"Vai ser um 'funding' rápido, para empresas com até R$ 90 milhões de faturamento por ano", disse o ministro.
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